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  • Adenias Filho

Proteger seu nome, nem sempre é negativo!



As doenças do século que assolam milhares de pessoas e famílias, denominada de depressão e outras síndromes, podem estar associadas a falta de recursos financeiros, muitas vezes decorrente do desequilíbrio entre os ganhos e os gastos, nem sempre conscientes.


O hábito de buscar alívio emocional ocasionado por decepções no relacionamento tanto no âmbito profissional, quanto no pessoal, tornam-se gatilhos para ir as compras de bens e serviços desnecessários. Normalmente, o arrependimento com determinados dispêndios ocorre ao chegar em casa e se dar conta de que o que foi adquirido já não é tão relevante, até porque são objetos repetidos, como: peças íntimas, bijuterias, sapados, adornos, e infindáveis miudezas... .


Com esse comportamento, em curto espaço de tempo atinge-se elevados níveis de endividamento junto a lojas, instituições financeiras, cartões de crédito e até com terceiros que praticam exorbitantes taxas de juros. Cria-se uma crença de ao tomar mais empréstimos resolverá o problema, mas na verdade gera apenas um certo alívio emocional momentâneo, de curtíssima duração. A consequência, na maioria das vezes, é a negativação do nome da pessoa, o que costumamos dizer que a pessoa está com o nome protegido.


A proteção do nome ou negativação poderá ser visto como algo positivo, se encarado com seriedade, pois representará um ponto de partida para um recomeço de uma nova vida financeira, uma vez que, temporariamente, as linhas de crédito estarão suspensas. Esta situação encaminha a pessoa a uma profunda reflexão, tornando-se sensível aos sinais de alertas e mantendo sob vigília constante os hábitos de consumo, identificando com facilidade o que é necessário ou supérfluo.


Recomenda-se jamais negociar qualquer dívida sem antes avaliar profundamente para onde os recursos financeiros são direcionados, até ter plena consciência de que há certos exageros que podem ser melhor adequados. Faça um levantamento completo de todas as dívidas, em detalhes, para estabelecer uma estratégia de pagamento que caiba no orçamento mensal, o valor a ser proposto ao credor, quer seja a vista ou parcelado.


--- Adenias Gonçalves Filho é formado em Administração de empresas com Pós-graduação em Finanças pelo IBMEC-RJ, Consultor em Gestão Empresarial e Finanças Pessoais, Coach e Palestrante. Cofundador de Bem Financeiro – Desenvolvimento em Finanças, responsável pelo escritório de Rio de Janeiro.

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